Se nos focamos no objetivo, acabamos por não nos darmos conta de que a relação é um processo
A cultura de consumo não se restringe ao que vestimos, comemos ou para onde viajamos. Ela foi estendida para nossas relações, onde corriqueiramente etiquetamos relacionamentos e pessoas. Quando algo não dá certo, é como se estivéssemos diante de um “produto” defeituoso que frustra nossas expectativas.
Essa perspectiva deixa de lado o que realmente importa: os nossos elos. Compartilhar a vida é uma necessidade humana universal. Uma relação não se encontra; se constrói vivendo com liberdade, amizade, honestidade, confiança, compreensão, comunicação e muito amor.
Fernanda Guerra, advogada e idealizadora da SER Consultoria, fez uma reflexão sobre a forma como vivenciamos as relações, que foi publicada na revista Futuro Possível.
Siga a SER Consultoria: